quinta-feira, 16 de junho de 2011
CARLOS PRATES REALIZA RETIRO DE CASAIS 2011
Em um lugar privelegiado e abençoado, na cidade mineira de Mário Campos, a igreja metodista em Carlos Prates realizou seu Retiro de Casais 2011. Foi um final de semana maravilhoso. Um tempo de doração, reflexão, renovação de alianças, lazer e de muito namoro. Para nós, investir em família é fundamental! Fomos abençoados!
quarta-feira, 15 de junho de 2011
FAMÍLIA PARTE 3
“A situação das famílias é também caracterizada por problemas sociais de natureza diversas, tais como atentados freqüentes aos direitos humanos, exploração e abuso, barreiras econômicas, sociais e culturais ao desenvolvimento integral de seus membros”.[1]
A partir dos pressupostos apresentados até aqui, concluí-se que a instituição familiar tem passado por momentos de instabilidade, conflitos e crises. Vários aspectos têm contribuído para este quadro. Entre eles, pode-se destacar os seguintes: o relacionamento entre seus integrantes é vivenciado de forma e mentalidade utilitarista, o consumismo introduziu o primado do trabalho e do lucro em detrimento do diálogo, a evolução da família patriarcal para a família celular trouxe solidão e insegurança, a mídia tem bombardeado o núcleo familiar, já fragilizado, com mensagens banais, consumistas e desagregadoras, a cultura urbana leva ao desinteresse recíproco dos indivíduos e da família.
Torna-se necessário, portanto, que se crie mecanismos de defesa, apoiados não só na cultura , mas também nos meios econômicos e legislativos, afim de salvaguardar a família das ameaças que ela vem sofrendo contra a deformação de sua missão pelos meios de comunicação social, pelo consumismo desenfreado e por legislações incoerentes e injustas. Levar as famílias a se inserirem no campo político, promovendo os seus verdadeiros valores. Tornando-a deste modo, uma comunidade de diálogo e de humanidade, onde haja respeito, confiança, sinceridade no estar junto e na co-responsabilidade, propiciando plena liberdade para a manifestação do amor, seja ele conjugal, paterno, materno, filial ou fraterno. Uma política que favoreça e promova as famílias das classes excluídas e menos favorecidas, particularmente, nas áreas de habitação, emprego, previdência, saúde e educação, e desenvolver canais que possam estimular a participação das famílias no campo político, visando a promoção e a defesa de seus direitos e valores.
A família é um núcleo de convivência, unido por laços afetivos, que costuma compartilhar o mesmo teto. É a definição que conhecemos. Entretanto, esta convivência pode ser feliz ou insuportável, pois seus laços afetivos podem experimentar o encanto do amor e a tristeza do ódio. E a morada sobre o mesmo teto? Dependendo dessas fases contrastantes, ela pode ser um centro de referência, onde se busca e se vivencia o amor, ou... um mero alojamento.
A família não é algo que nos é dado de uma vez por todas, mas nos é dada como uma semente que necessita de cuidados constantes para crescer e desenvolver-se. Quando casamos, sabemos que, entre outras coisas, temos essa semente que pode germinar e um dia dar fruto: ser uma família de verdade. Devemos, portanto, estar conscientes de que é preciso trabalhá-la e cultivá-la sempre, constantemente, e com muito amor.
Rev. Roberto Lugon
pastorlugon@hotmail.com
www.metodistacarlosprates.com.br
FAMÍLIA - PARTE 2
FAMÍLIA ( parte 2)
“O estudo da família não pode ocorrer sem uma compreensão dos movimentos históricos, culturais, econômicos etc, que são inerentes aos processos humanos. A abordagem inter - disciplinar, a sociologia, a psicologia, a política, a economia, a religião, etc, podem enriquecer a compreensão de como se dá a estrutura familiar, suas diferentes formas de acontecer e as influências do contexto que está inserida”.[1]
Hoje, infelizmente, é crescente o número de famílias que não podem sobreviver com dignidade e ficam impedidas de cumprir seu papel social. Vive-se hoje num contexto onde cresce a visão da interdependência das pessoas para a realização do bem comum. Mesmo assim, diminui a proximidade entre grandes parcelas da população, decrescendo desta forma, a comunhão e a capacidade de relacionamento comunitário, aumentando o individualismo e a insensibilidade. Também, é possível notar um grande vazio e insatisfações nas realizações das pessoas independentes e auto-suficientes, que se encontram só, mesmo quando rodeadas de amigos, instaurando a cultura do descompromisso, do “descartável”.
A cultura dominante nos meios de comunicação serve a outros interesses, promovendo o reducionismo, o materialismo e o secularismo, controlando os valores éticos/cristãos e a família. Assim, os relacionamentos tendem a ser superficiais, passageiros e de interesses próprios, tornando as pessoas objetos e não sujeitos de sua existência.
Apesar de um crescente desenvolvimento técnico científico, que proporciona recursos para uma vida de progresso, é frustrante a realidade em que vive grande parcela da população, sem condições de sobrevivência e de dignidade, não podendo realizar seus direitos fundamentais. Numa observação mais atenta, percebe-se que as pessoas “socialmente privilegiadas” são escravas da luta pelo poder do possuir, do consumir, vivem sem experimentar a realização pessoal e interior, no vazio, com ansiedades e tensões.
Outras transformações de grande relevância estão presentes nos dias de hoje: de um modo geral, a sociedade, e não mais a família, fornece ao indivíduo o trabalho profissional e sua identidade social. Até a educação foi assumida, em boa porcentagem, pela sociedade, os filhos escapam mais cedo da tutela dos pais. A família moderna tornou-se nuclear ou conjugal, sendo constituída pelo casal e pelos filhos menores, a hierarquia das idades e dos sexos estão se alterando com constância, restringindo-se desta maneira, a autoridade paterna. Hoje, a livre escolha do parceiro é um traço marcante da transformação da família. Nas diversas camadas sociais, a família tem o impacto direto da pornografia, alcoolismo, drogas, prostituição, da infidelidade conjugal, apresentando-se como vítima de uma estrutura injusta, não possuindo mais um caráter uniforme.
Rev. Roberto Lugon
pastorlugon@hotmail.com
www.metodistacarlosprates.com.br
[1] ROSA Ronaldo Sathler & CASTRO Dagmar Silva Pinto de. Compreendendo o que é Família. São Paulo, Editeo, 1995, pág. 9
FAMÍLIA - PARTE 1
Dentre os desejos existentes no coração humano, um dos mais fortes é o de viver em pleno estado de amor. Amar e ser amado parece ser a maior ambição do ser humano e, por isso mesmo, a maior fonte de suas frustrações. Infelizmente, muitas pessoas vivem em um estado permanente de miséria afetiva, na solidão, com casamentos e com relações superficiais, insensíveis, sem nenhum envolvimento profundo.
Por outro lado, as pessoas não podem realizar-se pertencendo apenas à comunidade de interesse comerciais, políticas. Elas necessitam de uma comunidade onde possam revelar-se como são, valorizar-se com seus limites estabelecendo conhecimentos próximos. A família é a primeira e permanente escola para a vida em comunidade. Nela a pessoa nasce, cresce, amadurece, faz seu aprendizado de interação, de cooperação e partilha, dando continuidade ao seu aprendizado, formando
sua própria família. É uma comunidade formadora, recebendo de Deus a missão para constituir-se célula vital e primária da sociedade.
“A família é comunidade de amor. É escola de vida com outros homens e precisa exercer influência na sociedade inteira. Realmente, é na família que o homem começa a compreender que é um ser social e elabora estratégias para um viver cristão e humano com outras pessoas”.[1]
Portanto, escola por excelência, a família é a escola da vida e da prática da aceitação do outro, espaço onde o ser humano se encontra como indivíduo. É uma comunidade de vida e amor. Porém, necessita exercer uma influência marcante na sociedade já que nos tempos de hoje, tem sido questionada por profundas transformações da sociedade e na cultura, onde a perda do sentido da vida humana é constante, as pessoas valem não por aquilo que são, mas por aquilo que possuem. O importante é ter, fazer, produzir e consumir, infelizmente, um mal social moderno.
A família passa hoje por grandes alterações em sua estrutura. No plano material, nota-se que ela perdeu sua estabilidade que estava baseada na casa, passando de geração a geração. Hoje, a família explodiu dispersando seus membros. No plano econômico, a família não assume mais o caráter de uma unidade produtiva, onde gerar muitos filhos era de suma importância na geração de riqueza, transformando-se em uma unidade de consumo, reduzindo o número de filhos. No plano psicológico, o casamento e a família, passaram a ser entendidos muitas vezes como sinônimos de escravidão, pois, não possibilitam a mulher uma chance de liberdade. No plano social, a família está mais dependente do Estado. No plano religioso, a instituição familiar está perdendo seu aspecto religioso e sagrado. ( continua).
Rev. Roberto Lugon
[1] CNBB. Casamento e Família no Mundo de Hoje. Petrópolis, Vozes, 1993, pág. 46. O termo “homem” no texto, no meu entender, refere-se ao ser humano total.
quinta-feira, 21 de abril de 2011
CARLOS PRATES FIRMA PARCERIA COM O MINISTÉRIO OIKOS
Fortalecendo e investindo nas famílias e nos relacionamentos, a igreja Metodista em Carlos Prates, firma parceria com o ministério OIKOS. Ministério Cristão de Apoio à Família, é uma instituição cristã-evangélica pró-família, sem fins lucrativos. Organizada em 07 de março de 1997, que tem como missão: "Advogar a importância da família e promover o seu fortalecimento".
www.clickfamilia.org.br
segunda-feira, 11 de abril de 2011
CARLOS PRATES INVESTE NOS RELACIONAMENTOS
No último domingo realizamos mais um delicioso café da manhã. Temos investido nos relacionamentos. Este tem sido um dos nossos focos prioritários. Graças Deus, temos sido, extremamente, abençoados. Quero agradecer a Deus pelas pessoas que. com alegria e esmero, prepararam esse banquete. Agradeço também a lembrança e os lindos presentes do dia do Pastor.
sexta-feira, 8 de abril de 2011
A COMUNICAÇÃO ENTRE CASAIS - SÉRIES ENRIQUECENDO SEU CASAMENTO - ESTUDO 07
Muitos/as pensam que o simples fato de os lábios estarem se movendo ou mesmo de estarem transmitindo informações como: "Você esta alegre?"; "Parece que vai ser um dia pouco quente."; "Vou chegar tarde hoje.", pensam que estão se comunicando e muitos até se apegam s definições de alguns dicionários que definem comunicação como sendo "o ato ou efeito de transmitir e receber mensagens por meio de métodos e ou processos convencionais."
Porém estas são definições muito mesquinhas quando se trata de comunicação entre duas pessoas que estão dispostas a unirem-se por toda a vida.
A comunicação entre cônjuges deve ser mais que simples troca de informações, deve ir além de simples expressão de sentimentos através de palavras. Poderíamos definir comunicação no relacionamento marital como sendo a atividade levada a efeito entre duas pessoas, a qual implica em dar, receber e compreender informações e sentimentos.
Secularmente o bom comunicador não tem necessariamente que ser um bom receptor, porém dentro do relacionamento entre duas pessoas que se amam isto é de suma importância. Espera-se que quando falamos com nosso companheiro(a) ele(a) não apenas ouça, mas entenda e expresse sua reação. Isto é o que os estudiosos chamam de "feedback".
Assim, existem duas formas ( níveis) de comunicação entre os casais: Sintonizada e não sintonizada.
A COMUNICAÇÃO ENTRE CASAIS SINTONIZADOS
- A comunicação favorece o conhecimento dos dois, dos problemas, das expectativas recíprocas.
- Tom, voz, gestos estão em sintonia com o que se diz.
- Os intercâmbios são procurados porque proporcionam satisfação e são eficazes.
- Os problemas do casal são descritos e aprofundados. Não há digressões.
- Os cônjuges falam um com o outro e são um com o outro.
- Os cônjuges se aceitam como cônjuges e como companheiros.
- Não se comunicam apenas verbalmente, mas também com carinhos, com sexualidade, com o pensamento, com a lembrança...
A COMUNICAÇÃO ENTRE CASAIS NÃO SINTONIZADOS
- A comunicação é defesa/ofensa e não favorece o entendimento mútuo.
- Coisas banais são ditas com agressividade e coisas agressivas com o sorriso.
- Os intercâmbios são cansativos e inexistentes.
- Todo problema põe outros em discussão e até mesmo a relação conjugal. Digressões numerosas!
- Cada um procura convencer , ou evitar, ou manipular o outro.
- O outro não é aceito, antes, é considerado como adversário e fonte de frustração.
- A comunicação limita-se a sinais verbais convencionais, ou é substituída pela escrita.
Com está a sua comunicação com seu cônjuge?
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